Outras Especialidades

Quimioterápicos Modernos

A quimioterapia é um tipo de tratamento médico que introduz na circulação sanguínea compostos químicos, chamados quimioterápicos, para combater o câncer. A medicação pode ser administrada das seguintes formas:

• Via oral: O medicamento é ministrado em forma de comprimidos, cápsulas e líquidos;

• Intravenosa: A medicação é aplicada na veia, por meio de um cateter - um pequeno tubo colocado na veia - na forma de injeções ou diluído ao soro.

• Intramuscular: A medicação é aplicada por meio de injeções no músculo.

• Subcutânea: A medicação é aplicada por meio de injeção no tecido gorduroso, acima do músculo.

• Intratecal: A aplicação é feita no liquor, o líquido da espinha, sendo administrada pelo médico, em uma sala própria ou num centro cirúrgico.

• Tópico: O medicamento líquido ou pomada, é aplicado diretamente sobre a pele.

Esses medicamentos se misturam a corrente sanguínea, e são levados a todas as partes do corpo, destruindo as células doentes que estão formando o tumor, e impedindo que se espalhem pelo organismo.

Hormonioterapia

A hormonioterapia é a modalidade de tratamento que emprega substâncias capazes de modificar a ação de hormônios masculinos ou femininos. Estas substâncias atuam, principalmente, impedindo as células do câncer de usar o hormônio que elas precisam para crescer, através da competição no processo de ligação dos hormônios naturais aos receptores dos órgãos alvo (órgão sobre o qual atua) ou por inibir o corpo de sintetizar os hormônios.

Os três principais tecidos que normalmente crescem em resposta aos hormônios naturais do corpo são: mama, endométrio e próstata.

Imunoterapia

A imunoterapia é uma modalidade de tratamento que visa fazer com que o sistema imune do paciente reconheça o tumor e o elimine.

De modo geral, quando uma célula normal se transforma numa célula maligna, ela muda, a tal ponto que o próprio organismo consegue, na maioria das vezes, identificá-las como “estranhas” e disparar uma resposta imunológica contra elas.

Entretanto, existem vários mecanismos que dificultam esse processo. A imunoterapia visa justamente reforçar a imunidade natural, levando-a a destruir o tumor.

Anticorpos Monoclonais / Imunobiológicos

Os anticorpos monoclonais, também chamados de imunobiológicos, pertencem a uma classe terapêutica relativamente nova, e o seu desenvolvimento constitui um dos maiores avanços das últimas décadas no tratamento do câncer.

Eles tem como objetivo dirigir o tratamento mais especificamente às células doentes, poupando as normais.

Este tipo de estratégia é chamada de terapia dirigida ao alvo, ou simplesmente, terapia alvo. Hoje em dia já dispomos de dezenas de medicamentos desta classe para os mais diversos tipos de câncer.

Hematologia

Especialidade médica que estuda e trata as doenças do sangue e seus componentes, da medula óssea (onde o sangue é “fabricado”) e dos gânglios linfáticos. Estas doenças podem ser malignas ou benignas.

Reumatologia

A reumatologia é a especialidade da medicina que pesquisa, diagnostica, e investiga as doenças reumáticas. Doenças tais que acometem os ossos, colágeno e articulações. Entre essas patologias, as mais conhecidas são as doenças reumáticas ou reumatismos, as doenças auto imunes e o lúpus.

Oncologia

A Oncologia é um ramo da medicina que lida com tumores (benignos ou malignos) e câncer. A palavra Oncologia tem origem em duas acepções: na palavra grega “onkos” (onco) que significa massa, volume ou tumor e no temo “logia”, que significa estudo. Logo Oncologia é o estudo dos tumores.

Terapia Infusional

Terapia infusional é uma recente modalidade de tratamento não oncológico, com administração de medicamentos imunobiológicos destinados a diversas especialidades, tais como: Reumatologia, Neurologia, Ortopedia, Gastroenterologia, etc. Sabemos que a terapia infusional está cada vez mais presente na medicina, e o atendimento em clínicas especializadas representa essa modernização, gerando comodidade, benefícios físicos e psíquicos, agilidade e otimização de tempo, evitando o desconforto e complicações hospitalares. Por isso ela é indicada a pacientes que não necessitam de internação hospitalar ou com intenção de evitar a internação.